10 Janeiro, 2020 11:00

Governo vai implantar centros administrativos nos municípios

Espaços vão reunir a estrutura administrativa dos órgãos estaduais.

Modernizar o atendimento à população nos municípios do interior do estado garantindo maior eficiência na prestação dos serviços e economicidade aos cofres públicos. Com esse objetivo, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Administração e Previdência (SeadPrev), planeja centralizar toda a estrutura administrativa estadual presente nas cidades piauienses. A implementação de espaços de atendimento integrado foi discutida, nessa quinta-feira (9), em reunião no Palácio de Karnak.

De acordo com o secretário de Estado da Administração e Previdência, Merlong Solano, a ideia é implantar centros administrativos em algumas cidades, reunindo em um único local todos os serviços que o Estado mantém nestes municípios. “Já experimentamos este tipo de modelagem em várias cidades do Piauí, com os Espaços da Cidadania e os Centros Integrados de Atendimento ao Cidadão (Ciacs), que reúnem em um único local vários serviços de interesse da população. Agora queremos ampliar a experiência, com uma estrutura padronizada para todos os espaços”, explicou o gestor.

O governador Wellington Dias reforçou que a centralização dos órgãos vai oferecer mais conforto para a população e para os servidores estaduais. “Vamos centralizar os serviços que estão dispersos nas cidades do interior, muitas vezes em local inadequado. Serão espaços bonitos, modernos, com infraestrutura apropriada, segurança e conforto, oferecendo mais agilidade e qualidade no atendimento à população”, frisou o chefe do Executivo estadual.

Economicidade

Para o governador, a construção desses espaços integrados vai gerar economia ao erário estadual, com a redução das despesas de manutenção de vários espaços. “Do ponto de vista da economicidade, o ganho é real, visto que seria um único ponto de energia, de comunicação, de internet, etc.. Além disso, ao reunir todos os órgãos em um único espaço, os antigos prédios onde estes órgãos funcionavam devem ser vendidos, e, assim, garantir o investimento no prédio novo. Estamos avaliando se é possível que o valor arrecadado cubra as despesas desses novos espaços de atendimento”, informou Wellington.